O que se sabe sobre a jovem que arquitetou o assassinato da mãe nos EUA?

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Em entrevistas concedidas enquanto esteve presa, ela conta que cresceu como uma garota doente que mal podia andar e sem amigos, mas era tudo uma farsa de sua mãe

30 dez
2023
– 13h12

(atualizado às 14h36)




Claudine Dee Dee fingia que filha era enferma e Gypsy Rose planejou o assassinato da mãe

Claudine Dee Dee fingia que filha era enferma e Gypsy Rose planejou o assassinato da mãe

Foto: Reprodução, ABC News / Perfil Brasil

Após passar seis anos presa pelo assassinato da mãe, Gypsy Rose , de 32 anos, publicou a primeira foto em liberdade.  “Primeira selfie da liberdade”, escreveu na legenda, onde aparece em um quarto de hotel, com malas no chão. Ela esteve detida no Chillicothe Correctional Center, prisão estadual para mulheres no estado de Missouri (EUA).

Em 2016, Gypsy declarou-se culpada pelo assassinato de sua mãe, Clauddine “Dee Dee” Blanchard. O crime  foi cometido por seu então namorado Nicholas Godejohn, e ela foi sentenciada a 10 anos de prisão como a responsável por arquitetar a morte. Ela recebeu liberdade condicional após cumprir 85% de sua pena. O ex-namorado foi sentenciado à prisão perpétua. Em entrevistas, ela conta que era tratada por sua mãe como uma adolescente doente, que vivia em cadeira de rodas e com mentalidade de criança.

Gypsy Rose, na verdade, tinha 23 anos no ano do crime e nunca esteve doente. Em entrevista à ABC News, ela disse que conquistou na prisão a liberdade que nunca teve em casa: “A prisão que eu estava vivendo antes, com minha mãe, é como se eu não pudesse falar. Eu não podia comer. Eu não tinha amigos. Eu não podia sair de casa e, você sabe, brincar com amigos ou fazer qualquer coisa. Aqui [na prisão], eu sinto como se fosse mais livre do que vivendo com minha mãe.”

Relembre o caso Gypsy Rose

Em 14 de junho de 2015, o perfil de Dee Dee no Facebook, publicou uma mensagem que dizia: ” Aquela v*dia está morta”. Isso acabou chamando a atenção da vizinhança, que acionou a polícia.

A mãe de Gypsy foi encontrada morta com 17 facadas e ela estava, até então, desaparecida. Quando policiais rastrearam o computador onde a publicação foi feita, chegaram à jovem. Em entrevistas, ela conta que era tratada por sua mãe como uma adolescente doente, que vivia em cadeira de rodas e com mentalidade de criança.

Na verdade, Gypsy Rose tinha 23 anos e nunca esteve doente. Em entrevista à ABC News, ela disse que conquistou na prisão a liberdade que nunca teve em casa:

“A prisão que eu estava vivendo antes, com minha mãe, é como se eu não pudesse falar. Eu não podia comer. Eu não tinha amigos. Eu não podia sair de casa e, você sabe, brincar com amigos ou fazer qualquer coisa. Aqui [na prisão], eu sinto como se fosse mais livre do que vivendo com minha mãe.”

A tragédia familiar inspirou produções como a série “The Act” e o documentário “Mamãe Morta e Querida”.



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