Alessandro Vieira comenta agressão contra Messias Donato

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O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) comentou, nesta quinta-feira, 21, a agressão que o deputado federal Messias Donato (Republicanos-ES) sofreu do vice-presidente do PT, deputado federal Washington Quaquá (RJ), no plenário da Câmara.

“Se tapa na cara no plenário não for caso de cassação de mandato, pode mandar fechar o Conselho de Ética”, escreveu Vieira no X/Twitter. “Nada justifica esse tipo de conduta. Se o uso da violência física for liberado no Congresso, teremos o fim do sistema democrático representativo.”

Como mostrou Oeste, na quarta-feira 20, durante a sessão da promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária, o petista deu um tapa no rosto do Messias Donato.

Na ocasião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estava na sessão, ouvia vaias por parte da oposição e torcidas por parte da base governista. Na gravação, Quaquá, que estava filmando os deputados com o celular, diz aos parlamentares da oposição que iria “representá-los” na Comissão de Ética.

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Depois, Quaquá chama um dos deputados de “viadinho”, e Messias Donato coloca a mão no celular do petista. Em seguida, Quaquá dá um tapa em Messias. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) pediu nas redes sociais a cassação do petista.

Messias Donato e deputado petista se pronunciam

O deputado federal Messias Donato (Republicanos-ES) se pronuncia na tribuna da Câmara após a agressão que sofreu do vice-presidente do PT | Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Nas redes sociais, Messias escreveu: “O tapa do amor, porque o amor venceu o ódio!”. Procurada por Oeste, a equipe do parlamentar confirmou a agressão e a ofensa. Depois, na tribuna da Câmara, Messias chorou e disse que se sentiu “humilhado”.

Oeste procurou a equipe do deputado Washington Quaquá. Em nota, o parlamentar disse que sua reação foi “desencadeada por uma agressão anterior” e que “bateu, levou”.

“Em relação ao incidente ocorrido, esclareço que minha reação foi desencadeada por uma agressão anterior”, disse o petista. “O deputado proferia ofensas contra o presidente da República quando liguei a câmera do celular com a intenção de produzir prova para um processo. Fui então empurrado, e tive o braço segurado para evitar a filmagem. Nunca utilizo a violência como método, mas não tolero agressões verbais ou físicas da ultra direita, e sempre reagirei para me defender. Bateu, levou.”





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